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 Assiz

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RonaldCrowe
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MensagemAssunto: Assiz   Seg Set 25, 2017 7:20 pm

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Alec Du Westvour
Quero rasgar sua carne... Minha face é uma máscara...
Meu sabor, é sentir você... Vem...
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O Lobo Mau da História
tudo começa aqui


Dados pessoais

Nome verdadeiro: Alec Du Westvour
Idade: "x" anos.
Data de Nascimento: #/#/#.
Signo: ---
Local de Nascimento: Alemanha
Descende de: Franceses/Alemães
Mãe: Eliza Du Westvour
Pai: Adalbert Du Westvour
Família:Tradicionalista Francesa
Orientação Sexual: Hetero
Simpatizado com: '-'
Habilidade: #

Características Físicas e Psicológicas
Cor da Pele: # Depende da casca
Cor dos Olhos # Depende da casca/#
Cor dos Cabelos # Depende da casca
Porte Físico: Comum
Altura: 1,78
Peso: 65kg.
Qualidades: Inteligente, simpático e amigável.
Defeitos: Aspereza e bipolaridade
Humor Positivo: Encantador, Sedutor e Sorridente.
Humor Negativo: Áspero, Intolerante e Frio.

História


Mannheim, Baden-Württemberg, Alemanha - O garoto de olhos claros como os da mãe, face pálida, como os gênesis ordenavam, e cabelos louro-água, que não sabe-se de onde vieram, não chorava ao contemplar a face das pessoas que, de entreabertos olhos curiosos, o fitavam e comentavam. ~ Puxou ao Pai ~ Vociferou uma mulher rouca em tom alto - E seguida de um áspero "Cale-se" , a fez perder voz diante ao menino, e recuou.
O olhar do bebê era frio, mas sem dúvidas tão atraente quanto o da mãe. Eliza Du Westvour o segurava em seu colo maternal, com um pouco, mas quase nulo, carinho à mostra. Era seu modo de dizer: Sou sua mãe.
Eliza nunca fora uma super mãe, e o pai de Alec, jamais foi realmente um pai.
Tudo aconteceu às vésperas de um inverno que ameaçava ser rigoroso com a Alemanha. Alec saiu de casa junto a três amigos inseparáveis: Jason e Mark Wennver, irmãos, e Petter McMllar, em direção a uma caverna no alto de um lugar afastado, conhecido como "weiße Land" ou "Terra branca", onde geralmente iam, dormiam perto de uma fogueira, mas apenas antes do inverno chegar, evitando ficarem presos.

O garoto sempre fora um tanto frívolo, mesmo com os amigos. O egoísmo sempre foi seu maior companheiro. Exceto pelo dinheiro, os outros meios não lhe trariam amigos, e talvez dos três, nenhum, ou um, fosse realmente seu verdadeiro amigo.
Tudo acontecia bem dentro da caverna. O frio descia as geleiras, e já começara a nevar. Petter, sentado à fogueira, chamou-os para ir, antes que a noite terminasse de deixar seu manto negro cair, e o dia logo se fosse, mas, tudo fora nulo, pois nenhum dos três quis ir. Como decisão da maioria, ficaram por ali. Alec, como havia discutido com sua mãe naquele dia, tudo o que desejava, era ficar longe o bastante de casa, e deixar que talvez alguém pudesse se preocupar com ele.

A noite veio, e os garotos dormiram. Já à chegada da manhã, a fogueira à qual dormiram perto já estava em brasas. Jason foi o primeiro a se levantar e a gritar a todos que estavam presos. Alec olhou bem, e Petter quis dizer: Eu avisei - mas não levantou palavras. O inverno havia chegado mais cedo, e a caverna estava tapada, exceto por um único buraco pequeno, no alto, mas tão alto, que mesmo formando uma escada humana, nenhum dos quatro meninos alcançaria. Por dias, os meninos ficaram ali, sem ter o que beber, exceto a neve, quando a derretiam. Estavam fracos, até que em uma noite, Mark não se mexeu ao pedido do irmão. Lá fora, os pais de Alec o procuraram, e os pais dos outros garotos também, mas como este fora um lugar estratégico, ou seja, os garotos e ninguém mais conhecia, além de ficar a quilômetros de onde viviam... - Petter estava fraco também, e Jason não sabia o que fazer. Alec sentia seu estômago roer-se por dentro. Frio e sem saber o que realmente fazer... Alec levantou-se em um ato desesperado de sobrevivência e apanhou uma pedra grande. Dos três que agora restaram, era o que se mantinha mais forte. Com a pedra, avançou, meio que sem pensar, sobre Jason, que estava como o segundo mais forte a aguentar a fome. Petter suspirava, e agora assistia o amigo matar à pedra o outro amigo. Sangue jorrava, e Petter gritava para que Alec parasse com aquilo, até que Jason não se mexeu mais. Os olhos de Alec se retorciam, e sua fome era maior. Deveria sobreviver... Era mais do que aqueles três camponeses seus amigos... Petter assistiu então a Alec começar a morder o corpo de Jason, rasgando a carne com pedaços de pedra quebrada e cortante. Petter tentou se levantar e combater o amigo insano, mas seu corpo não lhe permitia ficar em pé. Enquanto Alec mastigava a carne crua de Jason em seu ato de canibalismo, Petter chorava e lhe pedia em súplicas para cessar. Não acreditava no que via.

Era imprescindível aquilo. Como poderia O Garoto devorar o outro, como se fosse carne de um animal? - No fim do dia, o estômago de Alec estava alimentado. O garoto se recostou na parede da caverna, ensanguentado e perdido em si mesmo. - Petter o observava de longe. - Os restos do corpo de Jason jaziam agora no chão frio. Alec dormiu, e Petter se arrastou pelo chão até a boca da caverna ainda coberta pela neve e tentou escavar o que parecia-lhe terra firme com rochas. O desespero era forte. Seu coração palpitava, até que... A fome o venceu, e Petter agora estava caído como carne congelada aos pés da neve branca, na parte interna da caverna.

Os dias foram se passando, e até mesmo meses. Tudo o que restava ali agora, fora Alec, o único sobrevivente daquele pesadelo. Seus cabelos antes escorridos, agora haviam sido trocados por transados e nós grudentos. Sua pele antes pálida e limpa, estava suja e arranhada, com cicatrizes das unhas de Jason, quando ainda vivo, tentou se defender das violentas investidas com pedra que recebia. Mark, Jason, Petter... Alec estava irreconhecível a si mesmo. Foi quando a fome voltara a bater em sua porta, e ao pensar que mesmo depois de seu ato de comer carne humana para sobreviver havia então falhado e ele morreria, que a neve começou a se dissipar. No total, foram dois ou três meses preso ali, se alimentando a cada dia de um pouco da carne dos outros três garotos e bebendo da neve e do gelo que se derretiam. Quando saiu, o sol lhe ofuscara um pouco os olhos, mas algo havia mudado. Ao matar os amigos, Alec não havia perdido apenas companheiros, mas, sua mente entrara em choque também. Não se conhecia mais. Não sabia seu nome. Sua face estava diferente... Sua mente... Já não era como fora antes daquele ato bárbaro e desesperado.

Alec nunca mais voltou para a casa. Em sua mente, havia nascido daquele jeito e humanos, estes eram seu alimento. Uma vez, um Demônio lhe dissera que fora amaldiçoado por ter feito algo que ia contra sua raça. Que está, era uma pena dos céus, e então o Demônio lhe trouxe de volta a memória. Alec agora lembrara do que fez, mas, quem disse que se arrependeu? - Com sua mente em ordem, aceitou a proposta do demônio e recebeu vida longa. E, que proposta fora está? [...] É segredo, e apenas seu narrador saberá dizer. rs.
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